Um funil digital dentro da loja física da maior rede de óculos do Brasil: um totem que fotografa o cliente, veste os óculos na foto por IA generativa e transforma a experimentação em relacionamento mensurável pelo WhatsApp — do primeiro olhar à venda no caixa.
A loja da Chili Beans é self-service por desenho: o cliente pega a armação do expositor, vai ao espelho, decide em segundos. É um dos maiores fluxos do varejo óptico nacional — operando às cegas no momento decisivo.
A loja física gera a intenção mais qualificada do varejo — e joga esse dado fora todos os dias. O espelho é o funil. Só faltava medi-lo.
Um totem touch com câmera assume o lugar do espelho: fotografa o cliente, veste as armações na foto por IA generativa — respeitando rosto, luz e identidade — e entrega as fotos no WhatsApp. Em troca, com consentimento LGPD granular, a loja ganha o que nunca teve: o lead e o interesse.
Cada etapa grava um evento. Pela primeira vez, a rede enxerga sessão → lead → conversa → venda como um funil único e mensurável.
A recomendação nunca sugere o que não existe na loja: o estoque real é um dos pesos do algoritmo, não uma nota de rodapé.
Máximo de 1 mensagem proativa por dia, janela comercial, parada imediata por resposta, compra ou opt-out. Na Fase 2, um agente de IA conversacional assume o diálogo — com preço e estoque sempre vindos de ferramenta, nunca inventados.
Teto por sessão, cache por foto+modelo, envios condicionados a engajamento: o custo não é monitorado — é limitado por arquitetura. Valores projetados; o piloto existe para provar os reais.
Privacidade aqui não é freio: é o que torna o sistema implantável numa rede nacional sem passivo jurídico embutido.
O mesmo padrão dos outros cases Arch Brands: não é um software de prateleira — é um organismo desenhado do fluxo real do negócio, com IA embarcada desde a primeira linha.